domingo, 5 de junho de 2011

NÃO SOU TÃO BONZINHO

Minha mãe, meio Madre Teresa de Calcutá, gostava de ajudar a tudo e a todos. Meu pai, também não ficava atrás, alias não fica, gosta tanto de ajudar que às vezes, as pessoas confundem “ser bom, com ser bobo”.

Detesto isso, não que eu não goste de ajudar, gosto sim, sinto o maior prazer em auxiliar quem precisa, mas tudo tem limite, até para ser bom.

Há pessoas que se acomodam com o beneficio da ajuda, passam a acreditar que você tem o dever de auxiliá-los e extraem tudo o que podem do benfeitor.

Sou muito adepto daquela filosofia: “dar a vara e ensinar a pescar” (acho que é essa a frase). Agora se a pessoa não quiser pescar, vai passar fome, pois eu não sou tão bonzinho quanto meus pais.

Um forte abraço a todos

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