... A TODAS VOCÊS QUE FAZEM DO NOSSO MUNDO
UM LUGAR MAIS ALEGRE E DIVERTIDO
(alias, todo dia é dia das mulheres)
Esse é o termo certo para o governo brasileiro aprender a lição. As declarações do secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke de que o Brasil precisava levar “um ponta-pé no traseiro” para acelerar as obras da Copa do Mundo e que renderam indignação ao governo e ao ministro dos esportes Aldo Rabelo (o que ele sabe de esporte?) foram muito bem proferidas por Valcke. Por quê? Por nossa culpa. Nossa brasileiríssima culpa. Somos desorganizados por natureza, sempre deixamos tudo para ultima hora (inclusive a população).
Diz um velho ditado: É melhor prevenir do que remediar. Mas como ditados populares nunca são levados a serio! Recentemente em uma cidade do vale do Paraíba, três irmãs foram atropeladas – uma morreu na hora, outra morreu duas depois e a outra sobreviveu.
preso há pouco tempo atrás por dirigir embriagado e sem habilitação, mas foi solto após pagar fiança.
Greve! Sempre considerei esse procedimento valido, mas somente em ultimo caso, quando todas as demais possibilidades de negociação fossem esgotadas. Os policiais grevistas da Bahia têm todo o direito de reivindicar seus diretos, afinal, não é crime querer e lutar por melhores condições de vida. Mas tem uma coisa que sempre me incomodou nestes casos de greve: profissionais de áreas essenciais, ou seja, serviços de primeira necessidade em caso de paralisação não provocariam transtornos à população? A resposta é sim. Educação, segurança e saúde são indispensáveis. Quando estes serviços param, a sociedade entra em colapso. Mas como evitar esse “colapso” e ao mesmo tempo dar direto a esses profissionais de exigirem seus diretos?